sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

 BOAS FESTAS e FELIZ NATAL  


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UM MELHOR ANO DE 2016
PARA OS MICRO, PEQUENOS E MÉDIOS EMPRESÁRIOS DO PAÍS

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Micro, pequenos e médios empresários, debateram em Oeiras: «Como Estamos e Para Onde Vamos»


Apesar do passado sábado ter sido o primeiro dia do mês da quadra natalícia para o comércio abrir nessa tarde e o horário para a realização da sessão não favorecer a presença de empresários da restauração, ainda assim, a Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da Confederação Portuguesa do Micro Pequenos Empresários (CPPME Oeiras) resolveu manter a sessão. Algumas dezenas de empresários aceitaram o convite para estarem presentes, tomar devida conta do apuramento dos resultados do inquérito lançado e discutir os temas agendados, designadamente «Como estamos e para onde vamos» no concelho de Oeiras e «O sistema fiscal e a sustentabilidade da micro, pequenas e médias empresas».

Na mesa que presidiu aos trabalhos (ver foto): Carlos Morgado, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Oeiras; João Vicente, Presidente da CPPME; Rogério Pereira, coordenador da CI da CPPME Oeiras; José C. Marques, membro da Comissão Directiva da Ordem dos Contabilistas Certificados (OCC). Na plateia, além de outros dirigentes da CPPME, registe-se a presença do Presidente da Junta da União das Freguesias de Oeiras e S. Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias, Nuno Campilho.


A realização do seminário culminou todo um trabalho levado a cabo pela CPPME Oeiras com a realização de um inquérito que, para além das respostas recolhidas online, envolveu o contacto directo com dezenas de empresários do concelho, proporcionando, assim, uma melhor percepção da realidade do sector e possibilitou o esclarecimento mais detalhado que as respostas às simples questões colocadas no questionário proporcionaram.  

A abrir o seminário, João Vicente fez um pequeno histórico da evolução da confederação e assinalou várias situações, designadamente o facto de esta estar no corrente ano a celebrar o seu 30º aniversário, de a actual direcção (eleita recentemente) ir submeter à apreciação, na próxima Assembleia Geral (a realizar dia 9 de Dezembro), um plano de actividades que reintroduzirá uma nova dinâmica e, depois de realçar a importância do sector e os constrangimentos que o ameaçam, informou ter já a CPPME solicitado, com carácter de urgência, uma audição ao novo Governo bem como aos Grupos Parlamentares. 

Seguiram-se as intervenções de Rogério Pereira (ver formato da apresentação ou ler aqui) e de José C. Marques (ler aqui) as quais mereceram não apenas aplausos mas palavras elogiosas de muitos dos presentes. 

Palavras elogiosas recebeu-as também o Vice-presidente da Câmara, Carlos Morgado, durante o vivo
e participado debate, onde não houve apenas lugar à colocação de perguntas mas também de algumas sugestões e, também, à denúncia de casos a requererem intervenção urgente ou a revisão de processos e procedimentos.

No encerramento, os presentes registaram as palavras de incentivo da Câmara Municipal na pessoa do seu Vice-presidente, Carlos Morgado, que mostrou toda a disponibilidade e vontade em desenvolver um trabalho colaborativo para melhorar as condições de vida dos munícipes, o que, para o efeito, passa necessariamente pelo desenvolvimento e sustentabilidade do pequeno e médio empresário.

Ficam do evento várias anotações e o anúncio dos próximos passos: aprofundar as questões debatidas e recolher propostas de solução, organizando para o efeito "grupos de discussão sectoriais"; estabelecer um Plano de Acção; estabelecer Parcerias com as Autarquias; Lançar, em paralelo, uma Campanha de Sócios, sob o lema, "Juntos Seremos Mais Fortes".

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

SEMINÀRIO - «Como Estamos, Para Onde Vamos»

A Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da Confederação Portuguesa dos Pequenos e Médios Empresários convida-o a preencher o questionário junto e a participar na sessão-debate onde serão analisados os resultados e discutida a situação e a sustentabilidade das MPME

(para aceder ao formulário clique na imagem)


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SEMINÁRIO 
Micro, Pequenas e Médias Empresas
«Como estamos e para onde vamos»
Dia 5 de Dezembro – 15h

Auditório Municipal César Batalha
(Galerias Alto da Barra – Oeiras)

PROGRAMA
15,00h – Registo dos participantes e entrega de documentação
15,15h – Abertura da sessão
Paulo Vistas* – Presidente da Câmara Municipal de Oeiras
João Vicente Presidente da Confederação Portuguesa dos Micro, Pequenos e Médios Empresários

15,45h – Apresentação e análise dos resultados do Inquérito  «Como estamos e para onde vamos»
Rogério Pereira – Coordenador da Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da CPPME 

16,00h – O Atual Sistema Fiscal e a Sustentabilidade das Micro Pequenas e Médias Empresas
Domingues Azevedo* – Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

16,30h – DEBATE

17,00h – Encerramento dos Trabalhos
Paulo Vistas*/João Vicente   

*presenças a confirmar
Entrada Livre - Inscreva-se, enviando e-mail para 
cppmeoeiras@gmail.com 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Prosseguem as audiências com os candidatos presidenciais

A CPPME tem vindo a realizar reuniões com os candidatos presidenciais, na sequência de pedidos de audiência que visam sensibilizar para os problemas que afligem, na actualidade, os micro, pequenos e médios empresários, nomeadamente os relativos à carga fiscal que asfixia os negócios e as empresas, os custos fixos e de contexto, o crédito, o poder de compra dos portugueses, o apoio social em caso de insolvência não fraudulenta e com carreira contributiva mínima, a boa aplicação dos Fundos Comunitários, entre muitas outras questões.
Com o candidato Edgar Silva
Assim, realizaram-se já reuniões com os candidatos Edgar Silva e Henrique Neto (em 5 e 9 de Novembro) tendo o Engº João Vicente, em ambas, exposto as linhas gerais e as principais propostas da Confederação para a melhoria da actividade e da vida das micro, 
Com o candidato Henrique Neto
pequenas e médias empresas e seus empresários e, da economia nacional. Nesse contexto, tem vindo a ser referida pelo presidente da CPPME a preocupação pelo facto da Constituição da República Portuguesa estar a ser violada nos seus artigos 81 e 107, designadamente no que se refere ao apoio do Estado às micro e pequenas empresas e o pagamento de impostos em função dos rendimentos, não com impostos cegos e injustos, como é o caso do PEC – Pagamento Especial por Conta. 
Nesses encontros, a troca de opiniões foram consideradas pelas partes muito positivas.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A Ciem2015 – 5ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo - Parte III (final)


Quintino Aguiar e Adelaide Filipe (direção da CPPME) durante a 5ª Ciem

Este é o último dos três textos que a Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da Confederação Portuguesa dos Micro, Pequenos e Médios Empresários traz a esta página (ver parte I e parte II), como balanço do que, em nossa visão, foi esta Ciem 2015.
Aqui se reproduz o ambiente geral em que decorreu a conferência (ver vídeo) e não queremos encerrar estes apontamentos sem deixar de voltar a referir a importância do trabalho apresentado por Henrique Graça e Adão Flores (Universidade do Algarve) e por nós já considerado exemplar: "A Problemática do Ecossistema Empreendedor - O Caso do Concelho de Lagos".
Reforçamos a ideia de que a metodologia seguida nesse trabalho poderia ser replicada em outros concelhos, nomeadamente no de Oeiras. Esse trabalho (que viria a receber o 3º prémio), pode ser lido na integra aqui, e dele transcrevemos, da introdução:
«A Câmara Municipal de Lagos (CML) lançou em 2013 o serviço Via Verde Empresarial como estímulo ao empreendedorismo, com os objetivos de atrair investimento e agilizar os seus procedimentos internos sobre novos projetos empresariais para o concelho. Isto fez-nos pensar se não se deve ir mais além e incentivar-se um capital nutritivo, do qual possa emergir uma dinâmica social, traduzida num ecossistema empreendedor (EE), holístico, com interação multidimensional e participativa dos diversos atores». 
Desenvolvendo um conjunto de etapas e uma metodologia adequada foi possível, após situar que o principal vetor de orientação se situava no cluster do turismo, consensualizar um conjunto de eixos e medidas que deverão orientar as ações futuras (ver tabela).
Estas ações deverão levar em conta um conjunto de pontos-fracos e ameaças que o trabalho apresentado também refere e que se encontram sintetizadas nas conclusões:
«As dinâmicas empreendedoras são marcadas por condicionantes de base para a implementação de um EE, as quais urge desmontar e reformular. A relação com sistemas mais amplos exteriores ao contexto local e a cristalização de posições enraizada nos atores e os baixos índices de uma cultura empreendedora e de inovação pressupõem um prazo alongado para a vitalidade do EE. Por outro lado, a relação de desconfiança mútua entre atores (privado/privado e público/privado) é óbice a uma dinâmica positiva. Este aspeto tem consequências ao nível das redes empreendedoras, no clima de confiança necessário à fluidez de inter-relações e no desempenho e governança do EE. Este trabalho de investigação trouxe uma nova temática para a ribalta comunitária e sensibilizou os diferentes atores para a urgência empreendedora. Os stakeholders declararam abertura e disponibilidade para enveredarem pela mudança.
Os autores, recebendo o prémio
A partir deste estudo existem algumas manifestações de uma nova dinâmica e alguma consciencialização comunitária, designadamente, a introdução do empreendedorismo nos projetos escolares de um dos agrupamentos, a intenção de alargamento das competências do serviço Via Verde Empresarial e a perspetiva de criação de um espaço de coworking/incubação, através de uma parceria público/privada. No futuro julga-se importante aprofundar este estudo de modo a: compreender-se as dificuldades de relação e de cooperação entre atores; entender-se a ação e o suporte ao empreendedorismo das associações empresariais no contexto local; questionar-se o papel do ensino na valorização da criatividade, da ação e do conhecimento tácito e endógeno do concelho; indagar-se as possíveis estratégias de gestão municipal na dinamização do EE; estudar-se a governança do EE local e os conflitos de interesses públicos e privados; analisar-se a articulação entre o EE local e os sistemas empreendedores regionais e nacionais.»

A Ciem2015 – 5ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo - (vídeo)


Ciem 2015 - 5ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo
Vídeo relativo à Ciem 2015 - 5ª Conferência de Empreendedorismo, que ocorreu de 15 a 18 de Outubro, em Oeiras.
Publicado por Incubcenter em Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015

terça-feira, 3 de novembro de 2015



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sábado, 31 de outubro de 2015

Se tem o seu estabelecimento sediado no concelho de Oeiras, responda ao INQUÉRITO e participe no seminário «Como estamos e para onde vamos»

A Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da Confederação Portuguesa dos Pequenos e Médios Empresários convida-o a preencher o questionário junto e a participar na sessão-debate onde serão analisados os resultados e discutida a situação e a sustentabilidade das MPME

(para aceder ao formulário clique na imagem)

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SEMINÁRIO 

Micro, Pequenas e Médias Empresas
«Como estamos e para onde vamos»

Dia 5 de Dezembro – 15h

Auditório Municipal César Batalha
(Galerias Alto da Barra – Oeiras)

PROGRAMA
15,00h – Registo dos participantes e entrega de documentação
15,15h – Abertura da sessão
Paulo Vistas* – Presidente da Câmara Municipal de Oeiras
João Vicente Presidente da Confederação Portuguesa dos Micro, Pequenos e Médios Empresários

15,45h – Apresentação e análise dos resultados do Inquérito  «Como estamos e para onde vamos»
Rogério Pereira – Coordenador da Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da CPPME 

16,00h – O Atual Sistema Fiscal e a Sustentabilidade das Micro Pequenas e Médias Empresas
Domingues Azevedo* – Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas

16,30h – DEBATE

17,00h – Encerramento dos Trabalhos
Paulo Vistas*/João Vicente   

*presenças a confirmar
Inscreva-se, enviando e-mail para 
cppmeoeiras@gmail.com 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

A Ciem2015 – 5ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo - Parte II

No texto anterior, centrando-nos num dos objectivos da conferência (Disseminar o Empreendedorismo como vector de crescimento económico) relevámos vários pontos, designadamente, naquele que considerámos ser um dos mais interessantes painéis de discussão, a questão do financiamento. 
Assinalamos o facto de nenhum dos oradores se ter referido ao "microcrédito" e o papel que terá tido (?) como incentivo ao empreendedorismo, como instrumento da mitigação do risco e como forma de dar sustentabilidade às microempresas criadas. Curiosamente, o dia a seguir à 5ª Ciem seria o dia (19 de outubro) em que a imprensa noticiava a criação, pela UE do "Dia Europeu do Microfinanciamento". A notícia, cujo subtítulo é esclarecedor (A União Europeia criou uma garantia para empréstimos de baixo valor a microempresas que a banca não arrisca financiar), coloca a banca portuguesa à margem de uma iniciativa cuja importância se poderá melhor avaliar pela leitura integral do mesmo (ler aqui). 

Ontem mesmo o jornal "Público" regressava ao tema e fazia ponto de situação sobre o uso do "microcrédito" tecendo comparações com o caso irlandês. Desse texto (ler aqui) reproduzimos sem mais comentários a parte final: 
«...à semelhança do que acontece em Portugal, muito do tecido empresarial irlandês é composto por pequenos negócios de escala local. É sobretudo a estes que a Microfinance Ireland se dirige. “Se andarmos na rua de uma pequena cidade irlandesa, que não tem investimento de fora, que não tem nada de alta tecnologia, que não tem nenhuma instituição de ensino superior, e olharmos para os pequenos empresários, vemos que eles são a vida da cidade”, observa Johnson. “São o tipo de negócios que não aparecem nas notícias, que não são sexy – cabeleireiros, lojas, pequenos serviços –, mas que são o pulsar da economia destas cidades.”»
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A Ciem2015 – 5ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo - Parte I

Enquadramento do evento
Num texto anterior assumimos o compromisso de, nesta página, vir a realizar um balanço das conclusões que pudéssemos  considerar como ensinamentos, perspectivas ou alertas úteis para as micro. pequenas e médias empresas, bem como vir a divulgar estudos e teses sobre o empreendedorismo. 
Esta é uma primeira abordagem, e ela resulta das conclusões da reunião realizada hoje pelos elementos da Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da CPPME que estiveram presentes nas jornadas cientificas e técnicas da 5ª Ciem 2015, nos dias 15 e 16 do corrente mês , no Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras.
Para a organização do evento se mobilizaram várias organizações, nomeadamente a Incubcenter, a Empreend, a AISTI - Associação Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação, a Junta da União das Freguesias de Oeiras e S. Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias e a Câmara Municipal de Oeiras. A 5ª Ciem contou com inúmeros patrocínios, designadamente da MERC.

Apreciação global 
A CPPME Oeiras considerou serem de muito bom nível a generalidade das comunicações e trabalhos, bem como dos conferencistas que os apresentaram.  Considerou-se, também, que o contributo de conferencistas oriundos de Espanha, México, Brasil e Colômbia dão-lhe uma dimensão internacional relevante. Julgamos que, em futuras iniciativas, se deverá envolver mais o tecido empresarial e até mesmo as comunidades locais, as quais terão passado ao lado do evento.

Pontos relevantes a destacar

Centrando-nos num dos objectivos da conferência (Disseminar o Empreendedorismo como vetor de crescimento económico), relevámos os seguintes pontos:
Mesa que presidiu à abertura da 5ª Ciem
- Na sua intervenção de abertura, Carlos Morgado, Vice-Presidente da CMO, sublinharia a importância de, em iniciativas futuras, se passar a fazer referência ao empreendedorismo público, nomeadamente ao de iniciativa do Poder Local, dando como exemplo o trabalho da autarquia com a marca "Vinho Carcavelos - Conde de Oeiras"

    Delegação da CPPME à 5ª Ciem
    Mesa Redonda: Empreendedorismo e Financiamento
     - No decurso das sessões foi evidente o importante papel que, no processo de empreendedorismo, compete às "incubadoras de empresas". Contudo, pareceu evidente que, nomeadamente às de iniciativa privada, não existem em muitos domínios o necessário apoio por parte das instituições. Instado sobre esta questão, o Presidente do IAPMEI reconheceria que tais apoios, quando solicitados, não são sequer avaliados por uma estrutura que tenha essa função. Naquele Instituto, qualquer necessidade nesse domínio é apreciada por equipas designadas ad-hoc.  

    - "A Problemática do Ecossistema Empreendedor - O Caso do Concelho de Lagos", trabalho apresentado por Henrique Graça e Adão Flores (Universidade do Algarve) foi considerado exemplar de como um território "deprimido" gera um ambiente desfavorável para se encarar o risco de empreender. A metodologia seguida nesta análise poderia ser replicada em outros concelhos, nomeadamente no de Oeiras.

    - As questões do financiamento e as dificuldades de acesso ao crédito (referidas pelo Vice-Presidente da CIP) animaram o que terá sido o painel mais interessante do 2º dia desta Ciem. À pouca amigabilidade da banca comercial respondem testemunhos de bom-senso. Pedro Becken Filipe: "já vou no segundo projecto e ainda não recorri ao crédito". No meio das intervenções registe-se o alerta de Pedro Pires (PPL): "o financiamento colaborativo (crowfunding) pode resolver alguns problemas". Investigaremos esta pista.   

    (continua)

    "2ª Feira da Inovação e do Empreendedorismo", em Alcochete.

    No passado fim de semana (16, 17 e 18 Outubro 2015) decorreu nos Bombeiros Voluntários de Alcochete, por iniciativa da Junta de Freguesia de Alcochete, a "2ª Feira da Inovação e do Empreendedorismo, em Alcochete".

     A CPPME participou no evento com um Stand e no Debate "Inovação e Empreendedorismo". Este debate contou, como orador,com José Brinquete, Secretário-Geral da Confederação e foi moderado por Cláudia Martins.

    O evento contou ainda com várias actuações de animação musical e artística, designadamente da banda e fanfarra da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alcochete, espectáculo de ópera e a actuação de grupos musicais juvenis.



     

    sábado, 10 de outubro de 2015

    A Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras da CPPME estará presente na Ciem 2015

    A Ciem2015 – 5ª Conferência Ibérica de Empreendedorismo terá lugar em 15, 16, 17 e 18 de outubro de 2015, em Oeiras
    A Ciem é uma conferência anual, e, pelos objetivos que visa, não podia esta Comissão Instaladora manter-se alheia do evento. Teremos presença atenta nas Jornadas Científicas e Técnicas, que se realizarão nos dias 15 e 16 de outubro, no Auditório Municipal Eunice Muñoz. Acedendo ao convite da Incubcenter, partilharemos a mesa que esta organização disponibilizará no átrio do primeiro piso do Auditório e onde podemos ser contatados e prestar informações a quem manifeste tal interesse. Na mesa disponibilizaremos também o acesso ao inquérito que lançámos os micro, pequenos e médios empresários (ver aqui). 

    O compromisso da CPPME Oeiras

    Contudo, a participação da Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras não será de mera presença institucional. Desde já assumimos o compromisso de, nesta página, vir a realizar um balanço das conclusões que viermos a considerar como ensinamentos, perspetivas ou alertas úteis para as MPME, bem como vir a divulgar estudos e teses sobre a matéria. 

    Rogério Pereira 
    (Coordenador da CI da CPPME Oeiras)
     _______________________

    Dias 15 e 16 de outubro
    Jornadas Científicas e Técnicas

    Dias 17 e 18 de outubro
    Stands ao Público na parte histórica de Oeiras para empreendedores,
    promovidos pela Câmara Municipal Oeiras – União de Freguesias de Oeiras
    e São Julião da Barra, Paço d’Arcos e Caxias

    evento inscrito na Semana Europeia das PME

    terça-feira, 6 de outubro de 2015

    Ação de Formação - Curso de curta duração visando potenciar o regresso ao mercado de trabalho

    No quadro das relações de colaboração entre a CPPME e a Incubcenter, alerta-se para a realização da seguinte ação de formação

     

    Vida Ativa

     A medida de formação Vida Ativa é uma resposta de formação que tem como objetivo principal potenciar o regresso ao mercado de trabalho.
    Esta medida proporciona um ajustamento entre as necessidades de formação e o potencial de cada candidato.
    São formações de curta duração que permitem uma aquisição rápida e incisiva de competências ou valorização das que os candidatos detêm e que lhes vai oferecer uma maior empregabilidade.

    Público-alvo:

    • Desempregados inscritos no Centro de Emprego
    • 9º ano de escolaridade
    Contempla regalias sociais de acordo com a legislação em vigor: despesas de transporte e subsídio de alimentação.

    Informações/inscrições/programa - Ver aqui 

    ____________________________ 

    Se ainda não é associado da CPPME inscreva-se aqui

    segunda-feira, 5 de outubro de 2015

    Micro empresários vítimas de mais uma discriminação negativa

    Em 30 de Setembro, a CPPME, através do seu Executivo, dirigiu ao Primeiro Ministro, à Ministra do Estado e das Finanças, ao Ministro da Economia,ao Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social e aos respectivos secretários de Estado, uma reclamação contra a reforma do IRC efectuada, exigindo a alteração da formula de cálculo do IRC/RS bem como a reposição do pagamento proporcional aos meses de laboração em caso de encerramento.


    Nesta matéria foi tomada a posição seguinte:

    "Com a publicação das medidas da chamada reforma do IRC, a Confederação das Micro Pequenas e Médias Empresas (CPPME) constatou, que para o regime simplificado-IRC/RS aplicável ás micro empresas com Volume Anual de Negócios (VAN) inferior a 200.000 euros, foi criada uma formula de cálculo que é inaceitável, porque penalizava em exclusivo as micro empresas em relação a todas as outras, senão vejamos:

         A formula é 60% sobre o Salário Mínimo Nacional (SMN), vezes14, vezes o IRC em vigor, logo, quando exista aumento do SMN os micro empresários abrangidos pelo Regime Simplificado são penalizados no valor a pagar.

    A CPPME referiu então que não se opondo ao aumento do Salário Mínimo não podia aceitar um método que é discriminatório porque eleva exclusivamente a tributação dos micro empresários, sempre que o SMN subir.



    Por outro lado, com a publicação do IRC/RS ficou claro que neste regime de tributação quando uma empresa encerrasse seria proporcional ao período de exercício a aplicação do imposto, acontece que para o ano de 2015 o Governo decidiu aplicar o pagamento de um ano, quer a empresa laborasse um mês ou o ano completo.

    Mais uma vez o governo muda as regras a meio do jogo e arrecada mais uns milhares de euros às custas dos mais fracos. Assim não admira que o volume dos impostos vá crescendo.



    A CPPME reclama contra a reforma do IRC efetuada, exigindo a alteração da formula de cálculo do IRC/RS bem como a reposição do pagamento proporcional aos meses de laboração em caso de encerramento.



    Seixal, 30 de Setembro de 2015



    O Executivo da Direcção da CPPME"

    segunda-feira, 14 de setembro de 2015

    Assinatura de Protocolo de Cooperação entre a CPPME e a Junta de Freguesia de Rio de Mouro (Sintra)

     
    A assinatura, na passada sexta feira, dia 11 de Setembro, pelas 18H30, de Protocolo de Cooperação entre a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas - CPPME, com a Junta de Freguesia de Rio de Mouro, teve lugar na Feira do Livro. 
    Com a assinatura deste Protocolo, pretendem ambas as partes, a convergência de esforços no sentido de contribuir para o desenvolvimento local e regional e apoiar as legítimas aspirações dos micro, pequenos e médios empresários da indústria, do comércio, restauração e serviços. (ver notícia)

    segunda-feira, 7 de setembro de 2015

    INQUÉRITO - Ajude a conhecermos como estamos e para onde vamos!

    Imagem do jornal "Público"
    A imprensa, nos primeiros dias de Setembro, deu destaque a uma notícia baseada no barómetro de vendas da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) de onde destacamos a seguinte passagem do texto do jornal “Público” «Depois de nove meses a cair consecutivamente, o volume de vendas de produtos alimentares e de grande consumo aumentou 2% entre Abril e Junho, atingindo 2521 milhões de euros. Os portugueses colocaram no carrinho de compras mais produtos frescos (como fruta, legumes ou carne) que, agora, representam 35,8% do total dos gastos (uma evolução de 0,2 pontos percentuais face o período homólogo).» 

    Conhecendo a realidade, a CPPME Oeiras faz uma leitura de que tal acréscimo de vendas se deverá mais à continua e agressiva oferta por parte dos grandes supermercados do que à razão implícita na notícia de que a bolsa dos portugueses terá melhorado e, assim, ter-se-á verificado um acréscimo do consumo. 

    A corroborar esta leitura está o facto de a quota de mercado do comércio tradicional não parar de descer, situando-se nos magros 8,5%, enquanto os hipers, com 26,5%, e os grandes supermercados com 30,8% (segundo estudo da Nielsen) detém a grande fatia do mercado.
    Se os carrinhos de compras não param de crescer é cada vez mais magra a venda do pequeno comércio.
    A fim de se ter uma percepção mais concreta desta realidade no Concelho de Oeiras, lançámos agora um INQUÉRITO às micro, pequenas e médias empresas. 

    Ajude a conhecermos como estamos e para onde vamos, respondendo a este inquérito. 

    sábado, 22 de agosto de 2015

    A CPPME, em Coimbra: Pequenos médios e micro empresários exigem melhor crédito e impostos mais baixos

    José Brinquete (secretário-geral da CPPME),
     Vítor Carvalho e Arménio Pratas (núcleo de Coimbra)

    A CPPME promoveu na quinta-feira passada a um conjunto de acções das quais deu conta em conferência de imprensa que decorreu Adega do Paço do Conde, em plena baixa da cidade. O "Diário das Beiras", o "Diário de Coimbra" e a "RUC - Rádio Universidade de Coimbra" deram o merecido destaque à iniciativa. Da reportagem da RUC, transcreve-se o seguinte texto (para ouvir, aqui)


     
    «A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) promoveu ontem uma ronda pela Baixa de Coimbra e de Condeixa –a–Nova. Dos contactos com cerca de perto de 200 Comerciantes da Restauração e Serviços, a confederação trouxe “queixas” e apresentou propostas a associados e outros empresários.
    O Secretário-geral da Confederação, José Brinquete, em conferência de imprensa realizada na Adega do Paço do Conde, na Baixa de Coimbra, apontou alguns dos problemas sentidos pelos comerciantes: a quebra de vendas, a elevada carga fiscal e as dificuldades de crédito. 
    O dirigente lembra os quatro conceitos que são determinantes para reavivar o comércio da Baixa de Coimbra: reabilitação urbana, serviços públicos instalados na zona, transportes e estacionamento acessíveis e por último animação.
    O dirigente local e comerciante, Arménio Pratas confirmou a necessidade de trazer “gente nova” ao centro da cidade e convidou a Câmara Municipal de Coimbra a dar o exemplo na reabilitação, uma vez que é proprietária de alguns dos prédios degradados da zona.
    O comerciante lamentou ainda que o acréscimo de turistas não resulte em visitas à Rua da Sofia. A rua faz parte do Património da Humanidade e na sua opinião está votada ao abandono.
    José Brinquete falou ainda das dificuldades criadas aos comerciantes pela Nova Lei do Arrendamento Urbano e foi de opinião de que “o Novo regime de Acesso e Exercício às Atividades Económicas do Comércio, Serviços e Restauração” de 16 de janeiro vem passar a “batata quente dos horários” para as Câmaras Municipais. Em Coimbra o assunto está em discussão pública, por proposta da vereação.
    O dirigente local, Vítor Carvalho entende que a determinação dos novos horários “é um processo complicado”.
    Os dirigentes da Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas revelaram que têm em curso negociações com os representantes locais dos partidos políticos, com a finalidade de realizarem um debate sobre os problemas dos empresários da cidade de Coimbra. Para o debate convidaram os cabeça de lista pelo Círculo Eleitoral de Coimbra, nas próximas Eleições Legislativas.
    A comemorar os 30 anos de existência a CPPME está a apresentar aos vários partidos com assento parlamentar as suas propostas. Para hoje estava programado um encontro com o Secretário-geral do Partido Socialista, António Costa, no Largo do Rato, em Lisboa.»

    sexta-feira, 7 de agosto de 2015

    Assinatura do contrato de domiciliação do Núcleo de Oeiras da CPPME

    Com a presença de Rogério Pereira, Coordenador da Comissão Instaladora do Núcleo de Oeiras (CI), de Maria do Rosário Almeida, empresária e responsável pela Incubcenter e João A. Vicente, Presidente da Direcção da CPPME, decorreu na passada quarta-feira o ato de assinatura do Contrato de Prestação de Serviços de que decorre a domiciliação da CPPME Oeiras, nas instalações da Incubcenter. Esta oportunidade foi aproveitada para se proceder, em pequena e informal cerimónia, à tomada de posse dos dirigentes locais cuja constituição foi formalizada em 24 de Junho em reunião da direcção da Confederação.
    Ao ato assistiram outros elementos da CI, designadamente Olívia Silva, Maria Adelaide Filipe e Orlando Claro.
    Durante a sessão, em que ocorreu uma frutuosa troca de impressões entre os presentes, coube a Rogério Pereira a afirmação do compromisso de levar a CI a desenvolver um plano de acções, cujo projecto  expôs:
    1. Afirmar a CPPME como entidade representativa dos micro, pequenos e médios empresários. 
    2. Realizar colóquios, debates, conferências e/ou seminários temáticos, dirigidos aos micro, pequenos e médios empresários. 
    3. Discutir, avaliar e apresentar às autoridades competentes locais propostas sobre questões do interesse dos micro, pequenos e médios empresários. 
    4. Desenvolver contactos com entidades locais, com vista ao estabelecimento de parcerias ou protocolos. 
    5. Programar acções de formação para empresários e seus trabalhadores. 
    6. Divulgar as acções da CPPME junto dos micro, pequenos e médios empresários do concelho.
    7. Tomar posição pública sobe as questões mais sentidas pelos micro, pequenos e médios empresários do concelho de Oeiras. 
    8. Promover a angariação de novos associados e organizar o processo da cobrança de quotas. 
    9. Aproveitar o espaço físico para o funcionamento administrativo e associativo do Núcleo, designadamente a prestação de atendimento e serviços de apoio aos seus associados.
    10. Preparar o processo eleitoral para a constituição da Direcção do Núcleo da CPPME de  Oeiras, em Janeiro de 2016.
     A fechar a sessão, o Presidente da Direcção da CPPME, fez uma curta intervenção começando por relembrar os presentes que a sua direcção fora recentemente eleita, tendo tomado posse há pouco mais de dois meses, mas era  com satisfação que registava que em prazo tão curto e em inicio de mandato se assistia, em feliz coincidência, não só ao crescimento da confederação como à sua expansão, com o aparecimento de três novos núcleos. Inseriu essa satisfação na certeza de que tal representaria um reforço do associativismo e uma maior representação dos interesses do sector, e em particular dos micro e pequenos empresários.